home

in dublin, the wind is like a woman without love. restless, angry, painful.

babe, i’m gone for good. and yes, you’re a bad loser.

pour l’éternité

je t’aime
pour moi
pour toi
pour la vie
pour la mort
pour tout
pour rien
je t’aime

a pergunta

sob quantas camadas

de mentiras

você esconde

suas verdades?

let’s run away together you and me!

“i’ve got a machine to see with called eyes, to hear with, i’ve got ears, to talk with, a mouth. but they feel like separate machines. there is no unity. a person ought to feel unified.”
pierrot le fou.

lay your head where my heart used to be

ei, você, que passa por aqui… assim como quem nada quer… posso compartilhar uma tristeza?

tenho andado em círculos. venho calando coisas que eu nem sabia que existiam, tentando entender olhares, decifrar escritos, desacreditar em verdades efêmeras e mentiras bem boladas. 

já pensou em como pode ser terrível ser escravo de um sonho que você nem sabia ter? partir com o coração partido? tanta mágoa, tanto rancor, tanta lágrima, tanto remorso, tanto dessabor.

fui uma verdadeira metralhadora de pesadelos nos últimos dias (mas também fui alvo). no fim, para fazer parar a dor, cometi suicídio. 

vejo que as pessoas que me cercam adquiriram, com o contar dos minutos, uma incrível capacidade de abandonar o passado. me pergunto a todo instante: o que me fez criar raízes tão profundas em momentos tão rasos?

logo mais, vou deixar pra trás tudo o que me cerca e, espero, com todos os meus poros, começar a viver outra vez. 

o problema maior? ainda há amor.

“daydream delusion
limousine eyelash
oh baby, with your pretty face
drop a tear in my wineglass
look at those big eyes
see what you mean to me
sweet-cakes and milkshakes
i’m a delusion angel
i’m a fantasy parade
i want you to know what i think
don’t want you to guess anymore
you have no idea where i came from
we have no idea where we’re going
lodged in life
like branches in a river
flowing downstream
caught in the current
i carry you
you’ll carry me
that’s how it could be
don’t you know me?
don’t you know me by now?”
before sunrise.

bad girl

no repeat, na minha cabeça, aquela do devendra, enquanto sinto em meus lábios, sem serviço, residente solitário, o beijo de adeus que nos esquecemos de oscular. o solo maroto da guitarra. o dia amanhecendo: telespectador do nosso sono. as conversas sem sentido das horas vagas que preenchem a madrugada.

deixa arder!

voa a noite
bem na margem
do teu braço
um abraçaço
durma bem